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A um Passo do Paraíso



Se você já conhece um pouco de mim pelas nossas conversas, sabe que eu sou tanto um defensor do meio ambiente (incluindo todas as suas 5 esferas - natural, artificial, cultural, laboral e do patrimônio genético), como da sustentabilidade (já que não há como o nosso planeta sustentar vida se não possuirmos comportamentos sustentáveis).


E para quem trabalha com meio ambiente, a primeira semana do mês de junho é repleta de ações e articulações sociais, políticas, econômicas, culturais... e o que mais você puder imaginar, a respeito tanto do Meio Ambiente, como dos Oceanos, já que no dia 8 de junho é comemorado(?) o Dia Mundial dos Oceanos.


Mas antes de continuar, peço que você acesse esse link, pra termos uma música de fundo durante a nossa conversa.


--- Pausa para a música iniciar ---


Esse é um momento do ano em que falar sobre Meio Ambiente e Oceanos é muito mais do que uma necessidade gigantesca para aqueles que estão na linha de frente, em busca de uma realidade onde a nossa permanência no planeta esteja mantida.


Como as notícias não são nada animadoras, toda oportunidade que se encontra para difundir, explicar e relembrar informações sobre a importância de mudarmos nossos hábitos frente ao meio ambiente é mais do que necessário – é uma urgência.


É muito provável que você saiba que precisamos manter o aquecimento do nosso planeta em no máximo 1,5o C para que as catástrofes que estamos vendo dia a dia não sejam mais frequentes do que já são (mais, aqui e aqui).


O ponto é que não estamos conseguindo atingir as metas discutidas e desenhadas nas últimas cúpulas sobre clima e meio ambiente.


E o que você tem a ver com isso?


Você pode ser um(a) multiplicador(a) de conhecimento para milhares de pessoas que ainda não entenderam a urgência de mudança de hábitos sociais, econômicos, de consumo...


Quer um exemplo?


Pode parecer clichê para você que está me acompanhando nesse momento, mas repetir a máxima de que o oceano começa nas nossas ruas é muito importante, pois muita gente não consegue entender qual a relação que existe entre as ruas de nossas cidades e o oceano mais próximo, principalmente se essas ruas estiverem a milhares de quilômetros de distância dele.


É importante explicar, por exemplo, que a sujeira que cai no chão tem uma enorme probabilidade de entrar no bueiro mais próximo e, de lá, seguir pelo sistema pluvial da cidade até o riacho, ribeirão ou rio mais próximo de desague deste sistema.


E todos os cursos de rios são em direção ao mar.



Ou seja. Uma embalagem jogada no chão em alguma cidade do centro do Brasil possui uma enorme probabilidade de seguir viagem rumo ao Oceano Atlântico (mais, aqui).


Pense você na quantidade de resíduos que viajam o Rio Araguaia e o Rio Tocantins, saindo de inúmeras cidades banhadas por aqueles rios (além daquelas cidades cujos rios desembocam neles), que chegam na Baía de Marajó e, depois, no Oceano Atlântico.


Além dos resíduos plásticos, os rios ainda carregam uma infinidade de tipos de agrotóxicos, contaminando não apenas a biologia desses rios, mas também a vida marinha.





Essa é uma das conversas que eu tenho nas palestras que eu dou, seja para adultos, seja para crianças.





Pois são estas últimas os maiores prejudicados pela forma como estamos agindo há séculos.





Por conta disso, convido você a se unir a milhões de pessoas que já entenderam a necessidade de se transformarem em multiplicadores de difusão do conhecimento sustentável, para que o planeta continue mantendo as características que possibilitam a nossa permanência nele.





Vale conversar com todo mundo, seja motorista do Uber, aquela pessoa que está na fila do supermercado, atendente de loja, gerente de banco, vizinho... qualquer pessoa.


Pois o planeta não depende de nós. Somos nós que dependemos dele.





E é com um enorme desejo de capacitar seres HUMANOS para que nós possamos continuar permanecendo nesse pequeno planeta azul que a Civisporã elabora o seu trabalho, seja na publicação de conhecimento nos seus canais, seja produzindo camisetas para nós, seres humanos, e nossos amigos peludos.


Sempre com o propósito de sensibilizar a população de que a sociedade atual é o resultado daquilo que somos no dia a dia, e de que nossas atitudes transformam a sociedade, positiva – ou negativamente.



Alguns dos artigos apresentados aqui no Sermoré da Civisporã, ou nos textos estampados nas suas camisetas, podem parecer um pouco duros, pois repreendem atitudes prejudiciais; outros apresentam um convite a juntar “lé com cré”; outros são motivacionais.


Mas todos eles nos fazem pensar e possuem o mesmo objetivo: lembrar que somos nós que construímos o Brasil e que cabe a nós melhorar a nossa sociedade. Sociedade esta que se iniciou no encontro dos colonizadores portugueses com os nativos indígenas que aqui já viviam.


E é refletindo esse início do nosso país que está estampado o propósito fundamental da CIVISPORÃ:

CIVIS: Sociedade, em Latim.

PORÃ: Boa/m, bonita/o, melhor, em Tupi.

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