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Quero Mais Saúde



No último dia 31 (de março) foi comemorado o Dia da Saúde, e é sobre esse assunto que eu convido você a conversar comigo agora, mas não antes de acessar esse link, para escutar uma música enquanto papeamos.


--- Pausa para a música iniciar ---


Você tem medo de ficar doente? De precisar de uma consulta médica, ou precisar ser internada(o) num hospital? De não ter condições de pagar um tratamento que o seu plano não cubra? De não ter um plano de saúde?


Não estar em plena saúde física e/ou mental, ou sofrer algum acidente já são problemas que nos tiram do prumo, já que podem nos deixar incapacitados de realizar as ações que desejamos no nosso dia a dia.


Mas além disso, necessitar de um atendimento médico pode ser muito mais penoso para aqueles que não possuem recursos para arcar com os custos médicos quando se encontram em tal condição, dependendo, lógico, do país ao qual são cidadãos (mais, aqui, aqui, aqui e aqui).


Em sociedades pautadas pelo negócio da saúde, vivem melhor aqueles que tiveram a sorte de nascer em famílias com mais condições de custeio de escolaridade e demais necessidades para o desenvolvimento de uma vida capaz de produzir riquezas e desenvolvimento de redes de contatos capazes de gerar riqueza aos seus e, consequentemente, arcar com os custos de saúde.


Sofrem por não poder arcar com tais custos aqueles que tiveram o azar de nascer em famílias sem condições de bancar o desenvolvimento de capacitação para a geração de riquezas (como escolas de qualidade e ambientes que possibilitam a criação de redes de contato, tais como clubes, academias e demais instituições que agremiam aqueles que possuem dinheiro para frequentá-las).


Já falei sobre isso em vários artigos, como Aprendizes de Cidadania, Descapacitados, Vocação, Efeito Borboleta e Passado Presente (embora muitos outros artigos também abordem a questão indiretamente).


Nesse link é possível conhecer inúmeros dados de saúde por países. Mas se você quiser conhecer facilmente a densidade médica (número de médicos por habitantes) de cada país de forma mais rápida, acesse esse outro link (os dados estão um pouco desatualizados, mas não mudaram muita coisa. Aconselho comparar com os dados do link anterior em caso de dúvidas).


Logo, a saúde e a vida de cada ser humano que vive nesse planeta têm, literalmente, um valor (monetário) diferente das dos demais.


O Elon Musk tem capacidade financeira para arcar com quaisquer custos que forem necessários para livrá-lo de alguma situação que exija serviços médicos e hospitalares nesse mundo, a não ser que não haja tratamento existente, por exemplo (e mesmo assim, ele terá condições financeiras de tornar o seu sofrimento físico menor em relação a uma pessoa que não possui tais condições).


Já uma pessoa que não tem condições de pagar por um serviço de saúde pode viver um verdadeiro calvário nesse planeta, dependendo do seu problema, já que, para determinados casos no Brasil, por exemplo, o SUS é extremamente competente e valioso. Mas para outros, o serviço de saúde pública é insuficiente.


Será que é pedir muito para que a gente consiga construir uma sociedade onde TODAS as pessoas possam viver com dignidade? Com direito a moradia, alimentação, saúde, e educação de qualidade?


O que que estamos fazendo nesse planeta azul que ainda convivemos diariamente com barbáries que não são tão diferentes daquelas que ocorriam há 2 mil anos atrás? Onde os gastos militares representam algo em torno de ¼ dos gastos com saúde (dados relativos aos gastos mundiais - mais, aqui e aqui)


A não ser que você feche os olhos para o sofrimento diário daqueles que não têm onde cair morto e para os resultados que essa desigualdade social provoca no seu dia a dia, o planeta está uma maravilha.


O que me leva a te questionar: Que tipo de saúde você deseja para você e para esse gigantesco sistema chamado Terra, formado pelo Musk, você, eu, e todas as demais 8 bilhões de pessoas que perambulam por aí?


Porque é com o desejo de que o acesso à saúde de qualidade seja uma realidade diária para você e para esse gigantesco sistema chamado Terra, composto pelo Musk, você, eu, e todas as demais 8 bilhões de pessoas que perambulam por aí, que a Civisporã elabora o seu trabalho, seja na publicação de conhecimento nos seus canais, seja produzindo camisetas para nós, seres humanos, e nossos amigos peludos.


Sempre com o propósito de sensibilizar a população de que a sociedade atual é o resultado daquilo que somos no dia a dia, e de que nossas atitudes transformam a sociedade, positiva – ou negativamente.



Alguns dos artigos apresentados aqui no Sermoré da Civisporã, ou nos textos estampados nas suas camisetas, podem parecer um pouco duros, pois repreendem atitudes prejudiciais; outros apresentam um convite a juntar “lé com cré”; outros são motivacionais.


Mas todos eles nos fazem pensar e possuem o mesmo objetivo: lembrar que somos nós que construímos o Brasil e que cabe a nós melhorar a nossa sociedade. Sociedade esta que se iniciou no encontro dos colonizadores portugueses com os nativos indígenas que aqui já viviam.


E é refletindo esse início do nosso país que está estampado o propósito fundamental da CIVISPORÃ:

CIVIS: Sociedade, em Latim.

PORÃ: Boa/m, bonita/o, melhor, em Tupi.

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